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natássia vello | foto de alexandra arakawa

dan marins e natássia vello | foto de alexandra arakawa

dan marins e natássia vello | foto de alexandra arakawa

dan marins e natássia vello | foto de alexandra arakawa

dan marins e natássia vello | foto de alexandra arakawa

natássia vello | foto de alexandra arakawa


algumas palavras sobre não dois

primeira criação do inominável, não dois é uma encenação do texto paso de dos do dramaturgo argentino eduardo pavlovsky. nascido em buenos aires em 1933, em seu texto, por meio de dois personagens anônimos (ele e ela), pavlovsky apresenta um caso de violência na relação homem/mulher. diante a um par que chegou ao esgotamento de sua relação, entramos em contato com a violência sexual do homem e sua dependência física e intelectual frente à mulher, que numa situação de vítima, refugia-se em sua própria força psíquica.

esta encenação partiu do desejo de investigar e experimentar a possibilidade do horror e do afeto num mesmo gesto. para isso, apresentou-se o encontro do texto com uma partitura física que se repete durante todo o espetáculo, sofrendo apenas variações de direção, ritmo e intenção. num espaço intimista – um simples quarto de dormir ou de tortura –, a iluminação marca uma estética asséptica que se assegura pelo uso de luminárias frias. aliado a isto, uma estrutura moldada a ferro remete ao corpo violado da personagem feminina, ao mesmo tempo em que também a uma máquina de tortura.

divulgação da primeira temporada em junho de 2010 no rio de janeiro

não dois estreou em dezembro de 2009 cumprindo apresentações na universidade federal do rio de janeiro – ufrj – dentro da qual o diretor diogo liberano realizou a encenação como projeto curricular. em seguida, o espetáculo cumpriu temporadas no rio de janeiro e apresentações em festivais e mostras de teatro, com destaque para uma apresentação realizada numa penitenciária feminina.

clique a seguir para ler o artigo sobre aprisionamento e multiplicação dramática: a obra de eduardo pavlovsky numa penitenciária brasileira, escrito por diogo liberano e publicado na revista argentina lindes - estudios sociales del arte y la cultura após uma apresentação de não dois, em outubro de 2011, realizada na penitenciária feminina talavera bruce em bangu, no rio de janeiro.


equipe de criação

não dois, da obra paso de dos

dramaturgia: eduardo pavlovsky
tradução: maria angélica keller de almeida
adaptação, cenário, direção e iluminação: diogo liberano
elenco: dan marins (ele) e natássia vello (ela)
figurinos e visagismo: júlia marini
preparação vocal: verônica machado
direção de produção: diogo liberano
co-realização: universidade federal do rio de janeiro (ufrj)
realização: teatro inominável

 

alguns depoimentos

 

acesse o blog do espetáculo
naodois.blogspot.com.br

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