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criado em dezembro de 2008 no rio de janeiro, o teatro inominável nasceu dentro da universidade federal do rio de janeiro (ufrj) pelo encontro dos artistas-pesquisadores adassa martins, caroline helena, diogo liberano, flávia naves e natássia vello (nessa ordem, na foto abaixo).

http://performance-teatro.blogspot.com.br/ asuhsauhasisan jananbdj jajndunaund aj andnandn anandandand  anduadnadndna  adn adnandd a aklhttp://performance-teatro.blogspot.com.br/ asuhsauhasisan jananbdj jajndunaund aj andnandn anandandand  anduadnadndna  adn adnandd a akl
foto de anna clara carvalho

em 2014, quando completou 6 anos de idade, antigos e novos parceiros foram se juntaram ao inominável. desde então, formamos um coletivo de 12 artistas e produtores: adassa martins, andrêas gatto, caroline helena, clarissa menezes, diogo liberano, flávia naves, gunnar borges, laura nielsen, márcio machado, natássia vello, thaís barros e thiago pimentel.

 

em seu histórico, o inominável criou cinco espetáculos e uma performance, trabalhos que se apresentaram em inúmeras temporadas na cidade do rio de janeiro e também em festivais e mostras teatrais por todo o brasil. em 2016, com sete anos de idade completos, o inominável começa as atividades de seu oitva ano realizando apresentações de dois espetáculos que continuam em seu repertório – vazio é o que não falta, miranda (2010) e sinfonia sonho (2011) – e da última criação, a performance o narrador (2014).

hoje, podemos afirmar que o inominável é uma companhia que segue buscando uma criação que faça frente aos dilemas do mundo contemporâneo. nossas criações nascem de implicações que nos chegam pela pele, pela vida em sociedade, pelas incoerências de nós, humanos, hoje, aqui e agora. não buscamos o possível, pois acreditamos tenazmente que a obra de arte é um projeto de mundo e, nesse sentido, uma possibilidade de fazer do mundo outra coisa que não somente esta, que temos e na qual vivemos.

em paralelo às atividades deste 2016, a companhia segue em processo com duas novas criações: sob o amor, nova criação com direção de natássia vello e yellow bastard, monólogo de márcio machado com direção e dramaturgia de diogo liberano. ambos previstos para 2017. além destas criações, no segundo semestre do ano, acontece a terceira edição da mostra hífen de pesquisa-cena. em paralelo a essas ações, o inominável diogo liberano desenvolve em sua pós-graduação em artes da cena (ppgac/ufrj) a dissertação performance e teatro (inominável) sob orientação da performer e teórica da performance eleonora fabião (saiba mais sobre o projeto em http://performance-teatro.blogspot.com.br/).

de alguma forma, somos inomináveis porque acreditamos na força imensa que um nome é incapaz de conter, de delimitar e fechar. acreditamos no visível para além do que é mostrado, no que é dito ainda que em silêncio. queremos investigar onde estão - e quais são - as perguntas todas que foram escondidas dentro das respostas que não cessam de nos dar.

confiram o especial inominável, um teatro disposto a se perder no "anagrama" da realidade, escrito pela jornalista clarissa macau e publicado em dezembro de 2013 na revista continente (recife/pe), na ocasião do aniversário de cinco anos da companhia.

atualizado em outubro de 2016
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