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Diogo Liberano, Andrêas Gatto, Marcéli Torquato, Rod rigo Vrech, Adassa Martins, Márcio Machado, Laura Nielsen e Gunnar Borges | Foto de Thaís Grechi

Diogo Liberano, Andrêas Gatto, Virgínia Maria, Dan Marins, Adassa Martins, Márcio Machado, Laura Nielsen e Gunnar Borges | Foto de Thaís Grechi

Virgínia Maria, Adassa Martins, Márcio Machado, Laura Nielsen, Andrêas Gatto e Gunnar Borges | Foto de Daniel Protzner

Adassa Martins e Márcio Machado | Foto de Anna Clara Carvalho

Flávia Naves, Natássia Vello e Laura Nielsen | Foto de Thaís Grechi

Márcio Machado e Adassa Martins | Foto de Thaís Grechi

Algumas palavras sobre Sinfonia

Quarta criação do Inominável, a tragédia Sinfonia Sonho apresenta a história de Kevin (Márcio Machado), uma criança de nove anos que de súbito se torna alvo de um desejo: o de se tornar música, por conta da peça teatral que começa a ensaiar em sua nova escola. Com direção e dramaturgia de Diogo Liberano, o espetáculo foi criado como conclusão de seu curso de graduação em Direção Teatral na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), sendo orientado pela performer e teórica da performance Eleonora Fabião.

A dramaturgia original partiu de referências como o romance Precisamos falar sobre o Kevin, de Lionel Shriver, o tratado filosófico O Anti-Édipo de Gilles Deleuze e Félix Guattari e do massacre de crianças ocorrido na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, no Rio de Janeiro, em abril de 2001. Visando trazer à tona um olhar mais atento e responsável sobre a infância e, por extensão, também sobre o futuro, o que se presencia em cena, mais que o massacre da vida humana, é também como tais tragédias afetam a vida de adultos e crianças sobreviventes.

 

 

Após estreia na UFRJ, em novembro de 2011, a peça estreou no Festival de Curitiba, em abril de 2012, e em seguida cumpriu inúmeras temporadas no Rio de Janeiro e fez passagem por diversos festivais por todo o Brasil, sempre obtendo sucesso de público e crítica. Neste percurso, destacam-se participações em festivais como: Festival Nacional de Teatro de Presidente Prudente (SP), Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto (SP), Festival Estudantil de Teatro - FETO (Belo Horizonte/MG), Festival Palco Giratório (Porto Alegre/RS), dentre inúmeros outros. Em 2012, Sinfonia recebeu uma indicação ao 2º Prêmio Questão de Crítica na categoria Direção e recebeu três premiações no FETO: paisagem sonora, corpo em cena e voz em cena.

A dramaturgia, que apresenta o menino Kevin tentando interpretar o espírito da música numa peça em sua escola, acaba sendo atravessada pela violência de nossa época, abrindo frestas que evidenciam fraturas familiares e sociais. Sinfonia Sonho é um convite ao espectador para que ele se pergunte sobre tudo aquilo que aceitamos, sem questionar. Em cena, dispostos em cadeiras, frente ao público, o elenco de nove atores se soma ao diretor e dramaturgo, que lê as rubricas do texto enquanto a ação se desenrola. O processo, iniciado em 2011, durou cerca de 10 meses e gerou uma encenação que coloca em duelo as rubricas lidas pelo autor com a ação realizada pelos atores. Afinal, qual é a distância entre aquilo que dizemos e a nossa efetiva ação no mundo?

Abordando temas como infância e família, Sinfonia apresenta duas famílias vizinhas reféns de uma perversa característica de nossa contemporaneidade: crianças se tornando adultas de forma precoce e seus pais se infantilizando progressivamente, num processo inverso que parece fazer nascer a violência nossa de cada dia.

 

Equipe de Criação

Sinfonia Sonho

Direção e Dramaturgia: Diogo Liberano
Orientação de Direção: Eleonora Fabião
Assistência de Direção: Thaís Barros
Elenco: Adassa Martins (Célia), Andrêas Gatto (Corley), Bel Flaksman (Joana Bravo), Bernardo de Assis (Wellerson Amaral), Davi Palmeira (Franklin), Gunnar Borges (Tomas), Laura Nielsen (Moira), Márcio Machado (Kevin) e Virgínia Maria (Eva)
Direção de Movimento: Carolline Helena
Direção Musical: Philippe Baptiste
Preparação Vocal: Verônica Machado
Cenário: Leandro Ribeiro
Figurino e Visagismo: Isadhora Müller e Marina Dalgalarrondo
Iluminação: Davi Palmeira e Thaís Barros
Registro Fotográfico e Audiovisual: Thaís Grechi
Produção: Clarissa Menezes
Realização: Teatro Inominável e Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

 

Acesse o blog do espetáculo
oantiedipo.blogspot.com.br

 

 

 

Alguns trechos de críticas e depoimentos

 

Indicações e premiações

Indicado à categoria Direção (para Diogo Liberano) no 2º Prêmio Questão de Crítica (Rio de Janeiro/RJ);

No Festival Estudantil de Teatro (FETO – Belo Horizonte/MG), edição 2012, recebe as seguintes premiações:

  • paisagem sonora
  • corpo em cena
  • voz em cena

 

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